O que os dados cruzados revelam sobre Belém este mês
Entenda
Belém é um município de grande porte (1,3M habitantes, 99.8º percentil de eleitorado) com receitas orçamentárias robustas (R$ 6,1B em 2025, 99.7º percentil), sustentadas principalmente por transferências (R$ 3,5B) e receita tributária (R$ 1,7B). Porém, enfrenta paradoxo crítico: apesar da capacidade financeira elevada, apresenta carências estruturais em finanças, vulnerabilidade social e IDH. A despesa corrente (R$ 5,1B) absorve 83,9% da receita orçamentária, com despesa de pessoal representando 41,4% do total, deixando apenas R$ 496,6M (8,1%) para investimentos. Interlocução limitada (apenas Ministério da Educação) e programa aderente genérico sugerem baixa articulação com políticas federais. Vulnerabilidade declarada contrasta com volume financeiro, indicando possível desalinhamento entre arrecadação/transferências e efetividade de gastos sociais.
Caminhos que os dados sugerem:
- Auditoria de Eficiência de Gastos Correntes — Despesa corrente consome 83,9% da receita; despesa de pessoal em 41,4% limita investimentos.
- Plano de Diversificação de Receita Tributária — Receita tributária representa apenas 28,4% da receita orçamentária; dependência de transferências (57,6%) expõe a vulnerabilidade fiscal.
- Programa de Redução de Vulnerabilidade Social com Foco em IDH — Carência explícita em vulnerabilidade e IDH; Ministério da Educação é único interlocutor federal.
Leitura gerada pela inteligência do CIVITO cruzando finanças, carências, programas federais e a rede territorial do município no Civic Knowledge Graph. É análise indicativa — as fontes primárias estão nos demais cards.
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