O que os dados cruzados revelam sobre Angra dos Reis este mês
Entenda
Angra dos Reis apresenta paradoxo crítico: município com receitas no 99º percentil nacional (R$ 2,6 bi em 2024) convive com carências estruturais em educação, saneamento, resíduos e esgoto, além de vulnerabilidade social e baixo IDH. A despesa corrente (R$ 2,47 bi) absorve 93,8% das receitas, deixando apenas 9,4% para investimento (R$ 248 mi). Despesa com pessoal consome 41,3% da receita corrente, sinalizando rigidez orçamentária. Apesar da robustez fiscal, a alocação não resolve carências básicas. Interlocução com 4 ministérios (Gestão, Educação, Agricultura, Desenvolvimento Social) e programas em educação aberta/EaD sugerem tentativas de resposta, mas desconexas das prioridades locais. População de 167 mil habitantes com eleitorado de 137 mil (81,9%) indica base política relevante.
Caminhos que os dados sugerem:
- Reengenharia de Despesa Corrente para Liberação de Investimento em Saneamento — Despesa corrente em 99º percentil (R$ 2,47 bi) com pessoal em 98,9º percentil (R$ 1,08 bi) sugere ineficiência alocativa.
- Auditoria de Qualidade em Educação com Foco em Resultados — Educação_qualidade é carência declarada.
- Plano Integrado de Gestão de Resíduos e Esgoto com Transferências Federais — Resíduos e esgoto são carências explícitas.
Leitura gerada pela inteligência do CIVITO cruzando finanças, carências, programas federais e a rede territorial do município no Civic Knowledge Graph. É análise indicativa — as fontes primárias estão nos demais cards.
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